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Como Ter Um Website
08.08.2018 09:06


As Vantagens De Utilizar O Tumblr


Paranóias e dilemas, todo jovem e pós-adolescente tem aos montes. Entretanto com sarcasmo, a carioca Natália Klein, de 27 anos, conseguiu transformar as próprias em prosa, comédia e série de televisão. A personagem da série “Adorável Psicose”, exibida às quintas-feiras pelo canal Multishow, é assim como a redatora do programa e autora do site homônimo que o originou. O trabalho de Natália é um destino não muito óbvio a quem começou a carreira como repórter de um jornal televisivo de Natal (RN) e fazendo videos institucionais “bem chatos”, como Natália define, a respeito saídas de incêndio. Porém é o que ela sempre quis fazer da existência. “Desde moça gostava de escrever e atuar, apesar de não aprender que isto poderia ser uma carreira”, conta. Ao iG, Natália Klein fala a respeito da formação psicótica da qual faz parcela e os planos pra série, que incluem um casamento e um longa-metragem. G: Antes de “Adorável Psicose” você foi redatora de “Zorra Total”. Como tudo isso ocorreu?


Natália Klein: Após estagiar como repórter por quase um ano pela afiliada de Natal da Rede Record, senti falta de fazer algumas coisas que gostava. Eu curtia fazer pautas mais livres, quase um miniprograminha da Natália, e vi que aquela não era minha vocação. Deste jeito fui entender Rádio e Tv no Rio de Janeiro. Comecei a trabalhar em uma produtora e peguei roteiros de filmes instituicionais, aqueles bem chatos.


Dessa maneira quis reverter a digitar e abri o web site, depois de uma conversa no MSN com um cara. E na mesma data fui estagiar na redação do “Zorra Total”. G: O “Zorra Total” tem um humor diferenciado de “Adorável Psicose”. Natália Klein: Tem, entretanto foi bom porque me deu a chance de ser uma melhor roteirista pra “Adorável Psicose”.


Uma vez recebi o DVD da série, estava com problema e joguei fora. O porteiro foi isolar o lixo, pegou e adorou. Em vista disso apesar de ser uma história que se relaciona com a minha vida, por eu ter aprendido a fazer humor popular todo mundo entende. Já, toda vez que chega DVD da série lá em casa eu dou para o porteiro, pra ele opinar. G: A despeito de a protagonista principal de “Adorável Psicose” seja uma moça, o publico não é composto só por mulheres. Natália Klein: O público feminino foi o inicial da série, no entanto recebo e-mails de caras que foram apresentados ao programa pela namorada e os dois vêem juntos. O público é muito mais diversificado do que eu esperava.


G: Você também conquistou alguns odiadores, não é? Natália Klein: Esses trolls de de imediato, do Twitter, vieram em razão de eu sou a jurada escrota do Prêmio Multishow de Humor. Neste momento ganhei algumas pessoas que não me conheciam e me odeiam. A internet cria este espaço em que qualquer um fala qualquer coisa e pode ser visto e lido. E é muito simples chamar atenção sendo negativo.


É muito lamentoso. É uma horda de gente desesperada para ser visibilidade. No momento em que você fornece chance para expressar, elas querem expor qualquer coisa. Essas pessoas são da nossa formação desesperada por ter sua voz ouvida. Visto que têm todas estas possibilidades pra se expressar. G: Saber que tanta gente conhece o seu website e a série, que também remete à tua vida pessoal, faz você se notar exposta? Natália Klein: Eu me sinto muito mais exposta no blog do que na série.


No início a personagem era eu, no entanto sem demora há um distanciamento cada vez superior, e ela tem as próprias histórias. No web site sou eu. Claro que ele passa por um filtro de ficção, mas é muito verdadeiro. G: Você de imediato se arrependeu de abrir tua vida dessa maneira? Natália Klein: Nunca quis reverter atrás depois de divulgar algo, entretanto tem um ou outro texto que publiquei com um frio na barriga. Mesmo desta maneira, a maior parte do público que frequenta o blog está lá desde o começo, por isso me sinto muito confortável.

  1. Localizar um nicho atraente com finalidade de desenvolver um website
  2. Use o máximo de iluminação natural
  3. Perigo para roteadores
  4. Use muitos marcadores

E foi essa apresentação que tornou o “Adorável Psicose” querido. No momento em que você expõe suas fragilidades as pessoas se identificam com você. O mundo inteiro é quebrável, tem as mesmas ilusões e tristezas, e as pessoas se sentem menos sozinhas com você. Me expor me coloca em um recinto adorável. E se eu mostrasse minha vida perfeita ninguém estaria interessado em saber.


G: A Natália da série é cheia de dilemas e crises. Você acha que isso vem só de você ou percebe que ela retrata todos os jovens? Natália Klein: No momento em que eu comecei a fazer o site não percebia, todavia com a série cada vez mais eu vejo que minhas perguntas são de toda uma geração. Temos uma incerteza grande e não apenas nos relacionamentos, porém pela vida. As milhões de experctativas que a nossa criação tem, e que nossos pais e avós não tiveram, geram angústia e quase um desespero. Você tem perguntas já que vários caminhos estão acessíveis por ti, em vista disso você nunca está direito de que seguiu o caminho correto, se aquela é a pessoa certa pra você, e está a todo o momento insatisfeito pensando nas novas promessas.


Com nossos avós não existia este sentimento de insatisfação constante. E nós estamos fadados a ficar para sempre insatisfeitos se não tentarmos contornar isso de alguma mandeira. G: E por que a comédia? Natália Klein: Não sou nem ao menos um tanto otimista, sou totalmente apocalíptica. “Adorável Psicose” não é bem humorado, ele mostra com senso de humor as ocorrências do cotidiano. Sarcasmo está relativo ao mau humor.

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